Comet of Blood

quarta-feira, 30 de março de 2011


A imagem foi retirada do Topico Screenshots da Comunidade GTA Brasil (San Andreas / IV) e é de autoria do Og Fux 69.

Brasil citado em BOGT

Uma citação ao Brasil em alguns dialogos de EFLC:

A imagem foi retirada do Topico Screenshots da Comunidade GTA Brasil (San Andreas / IV) e é de autoria do RonMaxx.

Fonte: GTA Br Team

GTA3 Beta Mod

Antes de ser lançado, um jogo passa pelo seu início de desenvolvimento, com texturas e objetos ainda em fases de testes. O tempo vai passando e o jogo vai sendo melhorado, coisas são sendo retiradas, substituídas, melhoras ou adicionadas. É sua versão BETA.

GTA3 foi um jogo que apresentou muitas mudanças durante seu desenvolvimento. Haviam veículos que na versão final não estariam presentes, personagens que foram removidos, recursos adiados para depois, entre outras coisas. Mas com as modificações, podemos ter o GTA3 BETA de volta, ou pelo menos uma parte dele: O MOD aqui apresentado traz conteúdos da versão BETA que foram mostrados em revistas, screenshots, rumores, etc: A modificação traz de volta quase tudo o que foi mostrado em Screenshots do jogo, e os veículos antigos com seus nomes e texturas. São eles o Beamer (protótipo do Sentinel), Luton (protótipo do Mule), Buggy (protótipo do BF Injection) e até mesmo o ônibus escolar (que foi deletado do jogo).

Beamer: Luton: Buggy: Ônibus escolar: A Rockstar não teve tantos problemas em criar os veículos, mas sim as texturas deles. Elas não tinham tantos detalhes, sendo criadas apenas para testes e depois melhoradas.

O MOD adiciona construções que também não estão na versão final do jogo. Abaixo a delegacia: O bairro de Chinatown, talvez o lugar mais conhecido da versão BETA por ser totalmente diferente do que conhecemos: O hospital, que seria menor e mais próximo aos trilhos do metrô: A escola não foi totalmente retirada. Ela ainda está no jogo, mas sofreu apenas uma mudança de textura: A viatura policial é azul, e muito parecida com a que vemos nas Screenshots: Originalmente o Dodo seria um monomotor comum, com suas asas inteiras. Ele seria fácil de pilotar, pois em algumas missões você o usaria. Como elas foram deletadas e o topo dos prédios não estão tampados, a Rockstar cortou as asas do Dodo, para impedir que alguém voasse nele: O MOD traz alguns personagens que não estão presentes. abaixo vemos um pedestre: No lado direito da imagem abaixo, temos o BETA dos Triards: Novy, o que muitos dizem ser o protagonista do jogo antes de Claude, está no MOD, restaurado e como pedestre: A modificação não é tão grande como muitas que vemos por aí (que tem 200MB ou mais), ela tem 2 partes de 87.5MB e 1 parte de 33.1MB. Ele também tem uma alteração do main.scm, ou seja, você terá que iniciar um novo jogo.


OBS.: Para que a modificação funcione corretamente, você precisa instalar o Patch 1.1. Clique aqui para baixá-lo.

Fonte:gtabrteam.blogspot.com

Max Payne - Rockstar Thanks

sexta-feira, 25 de março de 2011

No primeiro jogo de Max Payne é possivel encontrar na ParteIV: A Bit Closer To Heaven no Capitulo Quatro: Backstabbing Bastard é possivel encontrar um Quarto Secreto onde é encontrado o logotipo da Rockstar Games e uma mensagem de audio dos Programadores.

Para encontrar assim que começar a missão vá para a rampa de entrada da Garagem. você verá 2 Homens atirando contra você e vários Barris empilhados perto da Entrada.
Suba nos Barris e depois no Aparelho de Ar Condicionado que fica ao lado deles e depois suba no telhado.
Assim que estiver em cima do Telhado atire em um Barraco e uma porta irá aparecer .
Entre dentro do barraco e pule sobre um alçapão que terá dentro dele e você cairá dentro do Quarto Secreto
Haverá um Homem morto dentro do Quarto e um Sniper alem de munição e um Rádio.
Na parede você verá o primeiro logotipo da Rockstar Games e em cima do logotipo a palavra Thanks que significa Obrigado.
O motivo da mensagem é que a Rockstar Games não esteve totalmente envolvida com a criação de Max Payne e apenas Distribuiu o jogo da pequena produtora Remedy. Alem disso a Rockstar Games emprestou alguns programadores para ajudarem na criação do game e você pode ouvi-los no Rádio que há dentro do Quarto.
Ao chegar perto do Rádio e apertar "E" você começara a ouvir uma mensagem em Audio dos Programadores dizendo que você foi muito esperto em ter encontrado aquele Quarto e outras coisas. Se você atirar no rádio eles irão dizer para você ir com calma e outras palavras para amenizarem a situação.
Está é a unica aparição do logotipo da Rockstar Games no jogo Max Payne. Nem mesmo na capa do jogo é possivel encontrar o logotipo da Empresa pois ela apenas lançou o Game da Remedy.
A partir do sucesso que foi Max Payne a Rockstar Games decidiu entrar de vez na produção e lançou em parceria com a Remedy Max Payne 2 que tambem foi um sucesso e a franquia promete para ainda este ano Max Payne 3.

25 To Life - Culdesac

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Você é um policial,entra em uma área residencial, siga em frente até achar uma casa no final do beco, mas cuidado com os inimigos estão por toda parte. Entre dentro da casa perto do balcão tem uma porte entra na sala e pega a bolsa e segue para os andares de cima até encontrar a saída também dentro da casa esta cheio de marginais mate todo eles. Vai dar em uma rua cheia de carros,mate o marginal com a bazuca.

25 to Life

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Jogos baseados na cultura urbana, principalmente dos guetos, não são exatamente uma novidade, após o enorme sucesso da série "Grand Theft Auto", que pode ser considerado o análogo interativo do clássico "Os Donos da Rua", seminal obra de John Singleton. Assim como ocorreu na época do filme, "GTA" também foi o inspirador de muitas coisas ruins, e uma dos mais recentes é "25 to Life".

Imagine isolar do clássico da Rockstar apenas as partes de combate - que não são exatamente as melhores - e simplificar o roteiro ao máximo. O resultado é um título monótono, em que novas fases são apenas uma repetição das anteriores, trazendo um novo cenário. Não existe a noção de progressão e o multiplayer não vai muito mais longe que isso.


Três vidas, três histórias

"25 to Life" é um jogo de ação com tiroteios em visão 3D como os que existem aos montes por aí. Os melhores da categoria naturalmente trazem, cada um deles, o seu diferencial, o que não é o caso deste, que nada acrescenta em relação aos concorrentes e, pior: nem incorporou o que eles têm de bom.

O título possui um lado pretensioso: traz três personagens principais aparentemente pouco conectados entre si, que mostram sua visão sobre os acontecimentos. É uma tática já bem-sucedida em jogos como o adventure "Indigo Prophecy", mas que requer um escritor de boa cancha. Novamente, não parece ser o caso da produtora Avalanche Software.

Aliás, é um clichê atrás do outro, como o bandido que encara seu último "serviço", o policial cercado por colegas corruptos e o líder de gangue que foi banido para o México. Mas aqui, seja qual for o personagem que esteja controlando, quase nada muda. Só as aparências.

Oito ou oitenta

Como um jogo de tiro, nesse caso em terceira pessoa, a mira deveria ser um dos fatores fundamentais para seu sucesso. O controle não chega a ser tão ruim quanto em "50 Cent: Bulletproof", mas também não agrada, principalmente nos consoles. No PC, graças à combinação mouse e teclado, são um pouco melhores.

Se você já jogou um game do gênero, já sabe mais ou menos o que encontrar: o seu personagem anda, mira, agacha e, obviamente, atira. Tudo bem básico. No máximo, é capaz de inclinar o corpo para os lados, um movimento que, supostamente, permitiria atacar sem se expor muito, mas a lógica parece não existir aqui.

Isso se reflete na inteligência artificial dos inimigos. Às vezes, são uns idiotas completos, mas, outras vezes são capazes de acertar uma agulha a uma distância de 100 metros, tal é a precisão. Alguns agem como legítimos kamikazes, avançando em sua direção sem se preocupar com sua vida, enquanto outros buscam abrigos e são implacáveis.

No final das contas, táticas tradicionais, de se esconder, atirar e voltar para o abrigo, parecem ser menos eficientes que o "atirar-e-correr" puro e simples, muito disso devido ao reflexo sobre-humano dos oponentes, que acertam o jogador quando este sai do esconderijo.

A resistência dos oponentes também chega a ser anormal. Alguns precisam sofrer mais de 20 tiros - ou até quatro na cabeça - para serem derrotados. Para ajudar um pouco o jogador, um dos personagens pode pegar reféns e usá-los como escudos humanos, e o policial é capaz de prender os bandidos, ato que, milagrosamente, o torna invencível às balas.

Os personagens também contam com um modo de mira supostamente de precisão mas, com a maioria das armas, não faz quase a menor diferença. Somente com espingardas com telescópios é que o modo de visão realmente muda alguma coisa. Mas é incrível ver que alguns oponentes agüentam mais de um tiro dessas potentes armas.

O arsenal é variado, ainda que conte apenas com o básico dos games do gênero. São pistolas, metralhadores, espingardas e até lançadores de foguetes, e algumas armas brancas. É raro enfrentar racionamento de munição, principalmente nas dificuldades mais moderadas, mas se isso ocorrer o jeito é usar o combate corpo-a-corpo.

A Avalanche até se esforçou para variar os cenários, indo de uma cidade que lembra Los Angeles até a cidade mexicana de Tijuana, que faz fronteira com os EUA. Tão simples quanto os ambientes são a modelagem dos inimigos, com baixa contagem de polígonos. Para piorar, as animações são robóticas e uma programação de física meia-boca colabora para tornar as reações ainda mais risíveis. Também ocorrem erros de "clipping": freqüentemente se vê corpos "mergulhando" em paredes e objetos do cenário.

Sendo um game sobre cultura urbana, nada mais conveniente trazer hip-hops na trilha sonora. Aqui a produtora acertou a mão, mesclando novos artistas com grupos consagrados, como o Public Enemy. Em algumas cenas, até mesmo a letra combina com a ação, como numa em que ocorre um motim na prisão.

25 to Life" é mais um jogo que tenta se aproveitar da polêmica para vender umas cópias a mais. Seria outro "anônimo" se os conservadores americanos não tivessem feito publicidade grátis. Com sistema e gráfico simples demais, um modo de campanha monótono e um multiplayer que peca pelo controle, o game não tem calibre para concorrer num gênero tão barra-pesada quanto esse.

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